Domingo, 15 de Novembro de 2009

INVOLUÇÃO DA SAÚDE ORAL NO SNS

  

“A Saúde Oral é indiscutivelmente um elemento decisivo no bem estar geral das populações e a atitude de compartimentalização, que envolve uma visão da boca numa perspectiva não holística, ou integrada, é causa de impactos negativos e, por vezes permanentes na saúde geral dos indivíduos, consequentemente, na sua qualidade de vida.”
 
As doenças orais são as doenças crónicas mais comuns.
 

    

   Por outro lado a actual Constituição da República Portuguesa determina:

Artigo 64.º
Saúde

1. Todos têm direito à protecção da saúde e o dever de a defender e promover.

2. O direito à protecção da saúde é realizado:

a) Através de um serviço nacional de saúde universal e geral e, tendo em conta as condições económicas e sociais dos cidadãos, tendencialmente gratuito;
b) Pela criação de condições económicas, sociais, culturais e ambientais que garantam, designadamente, a protecção da infância, da juventude e da velhice, e pela melhoria sistemática das condições de vida e de trabalho, bem como pela promoção da cultura física e desportiva, escolar e popular, e ainda pelo desenvolvimento da educação sanitária do povo e de práticas de vida saudável.

3. Para assegurar o direito à protecção da saúde, incumbe prioritariamente ao Estado:

a) Garantir o acesso de todos os cidadãos, independentemente da sua condição económica, aos cuidados da medicina preventiva, curativa e de reabilitação;
b) Garantir uma racional e eficiente cobertura de todo o país em recursos humanos e unidades de saúde;
c) Orientar a sua acção para a socialização dos custos dos cuidados médicos e medicamentosos;
d) Disciplinar e fiscalizar as formas empresariais e privadas da medicina, articulando-as com o serviço nacional de saúde, por forma a assegurar, nas instituições de saúde públicas e privadas, adequados padrões de eficiência e de qualidade;
e) Disciplinar e controlar a produção, a distribuição, a comercialização e o uso dos produtos químicos, biológicos e farmacêuticos e outros meios de tratamento e diagnóstico;
f) Estabelecer políticas de prevenção e tratamento da toxicodependência.

4. O serviço nacional de saúde tem gestão descentralizada e participada.

 

   Sendo assim, não obstante ao que a Constituição do País como vimos preconiza,  no que se refere ás restantes áreas da Saúde, o Estado genericamente melhor ou pior, tem vindo a cumprir, mas já no que se refere à área da SAÚDE ORAL, pode dizer-se que se verificou um retrocesso em relação ao que existia antes do 25 de Abril. Até esta data, o "Estado Novo" continha nos postos da antiga "Caixa de Previdência" gabinetes de Medicina Dentária, onde eram praticados pelo menos alguns tratamentos básicos. Mas após o 25 de Abril, embora nos novos Centros de Saúde então criados, alguns deles com ajudas quer dos EUA quer da Suécia e Noruega, contiveram gabinetes de Medicina Dentária, que gradualmente vieram a ser desmantelados, não dando a oportunidade a que os novos Médicos Dentistas que em abundância começaram a sair das Faculdades, pudessem vir a ser integrados no SNS, tal e qual os clínicos das outras áreas de saúde, para dar  funcionalidade aos ditos gabinetes, permitindo o acesso aos cuidados de Saúde Oral à generalidade da população portuguesa, que tão carecida está dos mesmos, como a lei fundamental do País assim o determina .

  

   Sabendo-se que o estado da Saúde Oral dos indivíduos produz efeitos significativos na sua qualidade de vida e que alguns aspectos da patologia oral têm repercussões:
- Não só Físicas,
- Como Psíquicas,
- E por sua vez Sociais. 
   Vejamos:
     a) Determinados estudos revelaram que uma criança afectada pela cárie aos 3 anos de idade tem em média, menos 1kg do que uma criança sem cárie;
     b) A ocorrência de infecção e dor pode alterar os hábitos alimentares e
do sono (irritabilidade);
     c) O número estimado de horas de escola perdidas por motivos relacionados com a Saúde Oral é de 117.000 por cada 100.000 crianças;
     d) Estes impactos nas actividades quotidianas não se circunscrevem ao indivíduo, acabam também por afectar a sua família;
     e) Deste modo também a Sociedade em geral.
 
   Sabe-se também que toda a cascata de problemas associados às Doenças Orais, não está limitado aos grupos etários mais jovens, poderá ser ainda mais significativa nos idosos, que apresentam taxas de EDENTULISMO (falta de dentes), que varia de 30 a 70% consoante as comunidades, as práticas de tratamento e a disponibilidade de reabilitação (técnicas e orçamentais).
   Será de realçar que as opções dietéticas destes indivíduos idosos, estão muitas vezes comprometidas o que pode determinar défices nutricionais significativos.
   Um dos Objectivos dos Cuidados de Saúde Primários é a redução das desigualdades sociais entre os indivíduos, principalmente no que concerne à Saúde, será pois necessário reforçar a atenção nos Cuidados de Saúde Oral, pois a acessibilidade a esses cuidados pode traduzir-se em resultados válidos e efectivos para a Saúde Geral dos indivíduos.
   Porém, a ausência dos Profissionais de Saúde Oral, (Médicos Dentista e Estomatologistas) na esmagadora maioria dos Centros de Saúde portugueses e as limitações dos Higienistas Orais no tratamento de algumas doenças da cavidade oral têm conduzido a uma das mais reduzidas taxas de tratamento dentário da Europa, facto perfeitamente compatível com politicas de orçamentação do Ministério da Saúde português para a Saúde Oral de 0,0035% do orçamento total.

 

   Em contraste com o dito anteriormente:
   - Alguns estudos classificaram os tratamentos orais como os 4ºs    mais dispendiosos de todos os tratamentos;
   - Muitos países desenvolvidos investem entre 5 a 10% do seu orçamento da Saúde Pública na Saúde Oral.
   Como exemplos:
   - Em algumas províncias espanholas a taxa de tratamento oral em crianças e adolescentes ultrapassa os 80%;

 

 

   No nosso país, “por despacho nº153/2005, de 5 de Janeiro, que estabeleceu como objectivos do Programa Nacional de Promoção da Saúde Oral (PNPSO) a redução da incidência e da prevalência das doenças orais nas crianças e jovens, a melhoria dos conhecimentos e comportamentos sobre saúde oral e a promoção da equidade na prestação de cuidados de saúde oral ás crianças e jovens com necessidades de saúde especiais”, esteve em curso até 2007, um Programa Escolar de Saúde Oral, em que os Médicos Dentistas ou Estomatologistas, recebiam por doente 75€, tivessem eles muitos ou poucos tratamentos para fazer, ou seja, o Estado recorreu e recorre ao excesso de oferta / procura e de uma forma concorrencial, para fazer “Saúde Oral”, ainda por cima com a anuência da actual OMD (Ordem dos Médicos Dentistas), o que penso eu não ser o caminho correcto, pois isso leva quantas vezes ao descrédito, incentivando ao desleixo e ao pouco profissionalismo por parte de muitos profissionais, que apanhados na enxurrada de outros que saem todos os anos de uma enormidade de Faculdades (7), atendendo ás presentes necessidades do País, que sem estruturas reguladoras de facto, sejam elas as Ordens dos Médicos existentes, os Sindicatos ou mais recentemente as Entidades Reguladoras, se vêm obrigados a participar nestas campanhas oportunistas do Ministério da Saúde, das Convenções e mesmo das Seguradoras, cada uma com as suas regras e tabelas obsoletas e limitadoras, num autêntico caos de oferta de serviços e economicíssimo desajustado ás realidades.

 

 

 

   Mais recentemente, a partir de 2008, “com o despacho nº.4324/2008, de 19 de Fevereiro, foi determinado o alargamento do PNPSO a dois outros grupos populacionais considerados de particular vulnerabilidade (grávidas e idosos carenciados) e o desenvolvimento de uma estratégia de intervenção orientada para a prestação de cuidados de saúde oral a um número muito superior de crianças e jovens”.
   Assim o PNPSO, passou a abranger:
   1 - Grávidas seguidas no SNS Somatório dos Cheques-dentista atribuídos ( no máximo de 3 ) não pode ultrapassar os 120€ (a execução dos tratamentos pode ser concluída até 60 dias após o parto) ;
   2 - Beneficiários do complemento solidário para idosos utentes do SNSSomatório dos Cheques-dentista atribuídos ( no máximo de 2 ) não pode ultrapassar os 80€ anuais ;
   3 - Crianças e Jovens com idade inferior a 16 anosSomatório dos Cheques-dentista atribuídos ( no máximo de 2 ) não pode ultrapassar os 80€ anuais ;
   Para efeitos de Prótese Dentária Removível, existe uma participação financeira em 75% da despesa da aquisição e reparação de próteses dentárias removíveis até ao limite de 250€, por cada período de 3 anos”.
 
CONCLUSÃO
   De tudo o que se disse atrás e atendendo à divulgação de dados referentes ao Cheque-Dentista pela actual OMD, a 13/11/2009 no jornal "Sol", o número de utentes do SNS beneficiados foi até à data de 305.382, pelo que daqui se conclui que embora a população portuguesa seja de uns escassos milhões (Portugal, incluindo os Arquipélagos dos Açores e Madeira uma população estimada em 10.529.255 pessoas (estimativa INE a 31 de Dezembro de 2004), representando uma densidade populacional de 114 pessoas por quilómetro quadrado), o número atrás referido de utentes do SNS atendidos no âmbito do Programa Nacional de Promoção da Saúde Oral (PNPSO) é insignificante para não dizer ridículo, e tal programa não cumpre com o que está preconizado na lei fundamental do País, já que do ponto de vista da saúde oral, os cidadãos não estão a ser tratados de forma preventiva, curativa e reabilitadora, de forma igual, universal e tendencialmente gratuita.
 
    

 

publicado por clinicadrsilvioribeiro às 19:00

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Domingo, 15 de Junho de 2008

SAIBA COMO CUIDAR DA SUA SAÚDE ORAL (*) - GUIA PRÁTICO

 

 

 

 

Contudo o Médico Dentista ou Estomatologista não trata apenas a cavidade oral, esta é uma parte de um todo que é - O APARELHO ESTOMATOGNÁTICO - que é constituído não só pela cavidade oral, que contem os maxilares com estruturas ósseas diferentes ao tratar-se do maxilar superior e do inferior, a mucosa, a língua, os lábios, as glândulas salivares majores e minores, os músculos com suas inserções e tendões, um sistema nervoso sensitivo e motor, um sistema vascular arterial e outro venoso, e ainda um sistema linfático, uma articulação temporo-mandibular (ATM), que é uma articulação única pois é constituída por duas superfícies articulares (côndilo e cavidade glenóide) contendo um disco inter-articular, uma cápsula articular e suas respectivas inserções, quer à direita quer à esquerda unidas por um arco mandibular e dois ramos montantes. Por fim, os dentes com o seu alvéolo, ligamento alveolar, uma camada de cemento a revestir a dentina radicular e uma de esmalte a revestir a dentina da coroa. No interior a polpa constituída por um tecido conjuntivo que envolve um feixe vasculo-nervoso e que é envolvida por uma camada de odontoblastos, a toda a volta da dita polpa, que emitem prolongamentos citoplasmáticos para uma infinidade de canaliculos dentários, por isso há quem desgine este conjunto de polpa e dentina como o orgão - Pulpo-dentinário.

Não podemos esquecer que ao redor deste aparelho e a comunicar-se com ele de uma forma directa ou indirecta, temos uma série de orgãos e aparelhos que o envolvem tais como: ouvidos, nariz, seios peri-nasais, olhos, cérebro, aparelho respiratório e aparelho digestivo, bem como o meio exterior.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  Gengivas Saudáveis vs. Gengivas Doentes  

 

 

 

 

    Estrutura Óssea Saudável vs. Estrutura Óssea Doente  

 

 

 

Comentário ás duas imagens anteriores:

  • As gengivas saudáveis são rosa e não sangram aquando da escovagem ou da utilização do fio dentário.
  • Não surgem bolsas quando a estrutura óssea, que suporta o dente, é saudável.
  • A placa bacteriana e o tártaro contribuem para uma situação de Doença Periodontal.
  • As gengivas doentes apresentam inchaço e vermelhidão. O sangramento pode ocorrer aquando da escovagem ou uso de fio dentário.
  • Devido à perda de consistência na estrutura óssea, podem surgir bolsas ou retracção das gengivas, e mesmo a perda expontânea do dente.

 

  Medições Periodontais para Avaliação da Perda Óssea (bolsa)  

 

 

Um sulco saudável tem 2/3mm de profundidade. Pode facilmente ser limpo através de escovagem ou uso de fio dentário.

 

 

Um sulco saudável, visto por meio de Rx, correspondente à imagem anterior.

 

 

 

Quando uma Doença Periodontal está presente, podem formar-se bolsas bastante mais profundas, de higienização difícil e onde se vão acumular bactérias patogénicas.

 

 

Um sulco doente, visto por meio de Rx, correspondente à imagem anterior.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

   Escovagem Correcta   

 

 

 

 

Disponha os filamentos da escova entre o dente e a gengiva, com um ângulo de 45º. Os filamentos devem estar em contacto tanto com a superfície dentária, bem como com a linha da gengiva.

 

 

 

 

 

Escove suavemente a superfície externa de 2-3 dentes mais posteriores, usando movimentos vibratórios horizontais ou rotatativos da gengiva para a coroa dos dentes. Avance para o grupo de dentes seguinte e repita os movimentos.

 

 

Mantenha um ângulo de 45º de contacto dos filamentos com a superfície dos dentes e a linha da gengiva e após toda a zona exterior estar escovada comece agora pela zona interior, utilizando os mesmos movimentos vibratórios horizontais ou rotativos como anteriormente se falou.

 

 

Segure a escova na vertical, ligeiramente inclinada, para limpeza da superfície interna dos dentes anteriores. Execute movimentos verticais da gengiva para a coroa do dente, em cada dente anterior.

 

 

A seguir, coloque a escova sobre a superficíe dentária de mastigação e execute movimentos horizontais curtos para a frente e para trás.

 

 

Por fim, escove também a língua de trás para a frente, o que ajuda a remover bactérias nela alojadas, passíveis de causar mau hálito.

 

 

  Uso Correcto de Fio Dentário  

 

 

 

 

 

Envolva cerca de 45cm de fio dentário em cada um dos dedos médios. Segure o fio entre os dedos polegar e indicador, deixando um espaço de 5cm entre ambos. Use os polegares para o uso directo de fio nos dentes superiores.

 

 

Mantenha os mesmos 5 cm de fio dentário e use os indicadores para orientar o fio na limpeza dos dentes inferiores.

 

 

Com movimentos suaves de zig-zag comece por introduzir o fio nos espaços interdentários.

NUNCA ENROLE O FIO AO DENTE! Realize movimentos envolventes pelos lados do dente.

 

Faça deslizar o fio na vertical, contra a superfície do dente e sob a linha da gengiva. Use o fio dentário em toda a superfície de cada dente, sempre com secções limpas do fio.

 

 

 

   Cuidados com as Pontes Dentárias  

 

  

 

Preste especial atenção à linha da gengiva ao longo das coroas dentárias escovando sempre num ângulo de 45º. Deverão ser tomadas medidas de limpeza suplementares para as pontes dentárias.

 

 

Use um passa-fio dentário para conduzir o fio sob as pontes. Logo que o fio dentário esteja sob a ponte inicie o processo de limpeza com movimentos vibratórios de vai e vem.

 

 

Use uma escova ou um escovilhão interproximal  para os espaços mais largos das pontes dentárias. Seleccione o tamanho de ponta adequada para o espaço a limpar. NUNCA FORCE AS PONTAS DA ESCOVA  OU ESCOVILHÃO INTERPROXIMAL EM ESPAÇOS MUITO REDUZIDOS. Escove sempre com movimentos vibratórios de vai e vem tanto pelo exterior como pelo interior das coroas dentárias.

 

 

Use uma escova de dentes UNITUFO para limpar de um modo eficaz as zonas de difícil acesso tais como as zonas posteriores de cada coroa dentária.

 

 

 

  Cuidados de Ortodoncia  

 

 

 

As escovas de ortodontia foram concebidas para limpeza tanto dos dentes como dos aparelhos de correcção dentária. Use curtos movimentos vibratórios para limpeza de ambas as superfícies. Escove também a linha de gengiva e zona de mastigação dos dentes.

 

 

Passe cerca de 45 cm de fio dentário por um passa-fio. Introduza o passa-fio no espaço interdentário e sob a armação metálica. Faça deslizar o fio com movimentos verticais contra as superfícies do dente e sob a linha de gengiva. Utilize o fio dentário em todos os espaços interdentários de modo uniforme usando para cada um deles secções limpas de fio dentário.

 

 

Utilize uma escova ou escovilhão interproximal para limpeza dos espaços entre os dentes e a armação metálica ou onde existirem espaços mais largos. Selecione o tamanho apropriado das pontas da escova ou escovilhão interproximal para cada tipo de espaço interdentário com a armadura metálica do aparelho.

 

 

  Cuidados com Implantes  

 

 

 

Use uma escova ou escovilhão interproximal de viagem para limpeza dos postes e das zonas interiores da prótese. Introduza a escova suavemente entre cada poste e escove com movimentos vibratórios de vai e vem suaves.

 

 

Use uma escova UNITUFO para limpeza em zonas de difícil acesso entre os postes e sob a prótese.

 

 

A escova de viagem encoraja a escovagem quando se encontra fora de casa. Escove as zonas superior e inferior da prótese como se tratassem de dentaduras naturais.

 

 

 

  Cuidados Especiais  

 

 

 

Coloque o fio dentário no Aplicador ou Porta-fio. Introduza o fio entre os dentes e com movimentos suaves de zig-zag faça-o deslizar pelo intervalo interdentário. Pressione o aplicador contra a superfície dentária a fim de permitir que o fio, ao contornar todo o dente, limpe eficazmente. Utilize também movimentos verticais para proceder à limpeza do dente em toda a sua extensão.

 

 

Onde exista retracção gengigal, utilize uma escova ou escovilhão interproximal para a limpeza das irregularidases das raizes. Selecione o tamanho apropriado da ponta activa da escova ou escovilhão para que se ajuste de um modo confortável aos espaços a limpar. Introduza a escova ou escovilhão no espaço interdentário e com movimentos vibratórios de vai e vem proceda à limpeza da superfície do dente.

As bifurcações deverão ser limpas com fio dentário; para tal utilize cerca de 45 cm de fio e com a ajuda de um passa-fio introduza-o directamente na bifurcação. Usando movimentos circulares, pode limpat todas as superfícies.

 

 

Esta figura  pretende demonstrar como em determinados espaços, por questões anatómicas os escovilhões têm vantagem sobre o fio dentário.

 

 

 

 

 

 

(*) Parte destas imagens e texto foram extraídos  dos Guias " Saiba cmo cuidar da sua Saúde Oral", da Colegate e dp "Higiene Oral da BUTLER, a quem deixo aqui o nosso agradecimento. 

 

publicado por clinicadrsilvioribeiro às 00:52

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