Domingo, 13 de Abril de 2008

APRESENTAÇÃO DA CLÍNICA - Breve História

Quando em 1984, após ter concluído todo o percurso de formação médica, Sílvio Maximiano Fernandes Ribeiro, que adoptara o nome clínico de Sílvio Ribeiro, se efectivara no Centro de Saúde de Celorico de Basto da ARS de Braga, tendo sido colocado na Extensão de Fervença e após a sua recolocação no Centro de Saúde de Guimarães da mesma ARS de Braga, na Extensão de Oliveira, localizada no centro da cidade, dado ter optado pela Carreira de Clínica Geral, após o exame para o Internato Complementar, ou seja de Especialidades, no qual obtivera a classificação de “Satifaz”, e como estava prestes a terminar a sua Licenciatura em Medicina Dentária, resolvera criar um consultório médico para o exercício não só no âmbito do foro da Clínica Geral, como também do foro da Medicina Dentária. Assim, o espaço agora ocupado pela Clínica continha dois consultórios, um dedicado à área de Clínica Geral, e outro à prática de Medicina Dentária.
Entretanto minha esposa, Drª. Maria Luísa Valente Moreira Ribeiro, também médica da carreira de Clínica Geral efectivara-se em 1983 no Centro de Saúde de Felgueiras da ARS do Porto e foi colocada na Extensão de Jugueiros. A partir de 1985 foi recolocada no Centro de Saúde de Guimarães da ARS de Braga na então Extensão das Hortas, hoje designado por Amorosa, o que lhe veio permitir tomar conta da consulta de Clínica Geral nesse mesmo ano no referido consultório, passando eu a exercer apenas a área de Medicina Dentária.
Quando em 1989, nos foi posta a opção dentro da Carreira Médica de Clínica Geral do exercício desta em regime de exclusividade ou não, a minha esposa optou pelo exercício da mesma no já referido regime de exclusividade no Centro de Saúde onde estava colocada, enquanto eu, depois de ter pedido licença sem vencimento por longa duração do exercício da Clínica Geral, também no Centro de Saúde de Guimarães, venho a exunerar-me do cargo para passar ao exercício exclusivo do foro da Medicina Dentária em regime privado.
Foi nessa altura que se constituiu a Sociedade por quotas entre o Dr. Sílvio Maximiano Fernandes Ribeiro e a Drª. Maria Luísa Valente Moreira Ribeiro, a 17 de Novembro de 1988, com a denominação de CLÍNICA DENTO-MÉDICA, Dr. SÍLVIO RIBEIRO Ldª, com sede na actual morada, e cujo objectivo consiste na prestação de cuidados médicos, paramédicos, meios complementares de diagnóstico e prótese dentária, a qual passou a ser titular do Cartão de Identificação de Pessoa Colectiva com o nº: 502086998.
Em 1990 a Drª. Maria Luísa, passou a exercer dentro da Carreira de Clínica Geral, a sua actividade médica em regime de exclusividade como Médica de Família no Centro de Saúde de Amorosa em Guimarães.
Em 1991, foi resolvido remodelar a Clínica por forma a criar espaços mais adequados ao exercício da Medicina Dentária e foi assim que nasceu o espaço da Clínica actual, que a seguir se descreve.
Na altura em que se fizeram as obras, ou seja de Junho de 1991 a Junho de 1992, a mesma foi instalar-se num espaço também remodelado para o efeito em Pevidém, freguesia de Guimarães, no intuito de não deixar os utentes da mesma á deriva, enquanto durassem as obras, e talvez, continuar se tal se mostra-se conveniente. Contudo, após a conclusão das obras e depois de algum tempo em que três médicos recém-formados começaram a trabalhar nele, tal veio a revelar-se insustentável, tendo tudo voltado para a Sede em Guimarães.
Em 29 de Dezembro de 1995 deu-se o “AUMENTO DE CAPITAL”, com a inclusão da filha dos dois sócios iniciais, de nome Maria Inês Moreira e Ribeiro, actualmente licenciada em Medicina Dentária.
Ultimamente e por imperativos da política comunitária foi feita a “REDOMINAÇÃO DO CAPITAL PARA EUROS E ADOPÇÃO DO CAPITAL MÍNIMO COM AUMENTO DE CAPITAL para 5.000 Euros”, na proporção das quotas respectivas dos seus sócios.
Em 18 de Novembro de 2005, deu-se “NOVO AUMENTO DE CAPITAL” para 10.000 euros e inclusão na Sociedade, constituída por 3 sócios anteriores, de mais um sócio de nome Maria Teresa Moreira e Ribeiro, actualmente licenciada em Arquitectura, que em Dezembro veio ratificar a escritura da alteração da Sociedade.
publicado por clinicadrsilvioribeiro às 17:50

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Sábado, 12 de Abril de 2008

LOCALIZAÇÃO DA CLÍNICA

LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA DE GUIMARÃES”:

 

1 - Na Península Ibérica: 

 

 

 

2 - Na Região do Minho e suas vias de comunicação:

 

 

LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA DA CLÍNICA"

 

1 - No Centro Histórico da Cidade de Guimarães, considerado Património Mundial da Humanidade:

 

 

                    

 

4 - Indicação de locais de destaque: 

   

 

"ASPECTOS FOTOGRÁFICOS EXTERIORES ENVOLVENTES DA CLÍNICA"

 

VISTA AÉREA

 

 

 

VISTA DA PRAÇA DE S. TIAGO

 

 

 

VISTA DA PRAÇA DE S. TIAGO DO LADO DOS PAÇOS DO CONCELHO (Largo da Oliveira)

 

 

 

 

 

VISTA DA CLÍNICA DO LADO DA R. de Stª. MARIA (2º edificio a partir da direita)

 

 

 

 

 

 

Planta e Legendagem dos Espaços”, da  própria  Clínica, Esc. 1/50, onde se podem distinguir por cores a subdivisão desta por áreas: ADMNISTRATIVA E SERVIÇOS (a amarelo torrado); CLÍNICA 

(a amarelo); ACESSO (a verde).

 

 

   

  

"ASPECTOS FOTOGRÁFICOS DO INTERIOR DA CLÍNICA"

  

"ÁREA ADMINISTRATIVA E SERVIÇOS"

 

1. Hall de Entrada

 

  

2. Gabinete Privado

  

 

 

3. Sala de Espera

 

  

 

4. Recepção e Arquivo

 

           

 

7. Vestiário e Lavabos

  

 

 

"ÁREA CLÍNICA"

 

8. Hall de acesso à Área Clínica

 

 

 

9. Consultório Médico-Cirúrgico I

 

 

 

 

10. Esterilização, Armazenamento de Material Dentário e Medicamentos

 

       

                      

12. Consultório Médico-Cirúrgico II

 

 

 

13. Gabinete de Radiologia / Ortopantomografia

  

 

publicado por clinicadrsilvioribeiro às 18:02

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Sexta-feira, 11 de Abril de 2008

DESCRIÇÃO DA CLÍNICA

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES GERAIS:
 
                    A Clínica com sede na Praça de S. Tiago, 31 – 2º, freguesia de Oliveira do Castelo em Guimarães, situa-se em pleno Centro Histórico, classificado como Património Cultural da Humanidade pela UNESCO.
                   Tendo no momento uma população de 4.200 (quatro mil e duzentos) utentes, pertencendo aos mais variados grupos assistenciais, ou seja, utentes do S.N.S. e outros sub-sistemas comuns, tais como, ADSE, SAMS, SAMS QUADROS, C.G.D., Ministério da Justiça, PSP, GNR, Guarda Fiscal, Ministério do Exército, EDP e outros, aos quais presta serviços médico-cirúrgicos do foro da Medicina Dentária, em regime do exercício da Medicina Privado ou seja, Particular, embora tenha sido solicitado, pela generalidade dos já citados sub-sistemas, para lhes vir a prestar os também já referidos serviços médicos de forma convencionada, sistema esse, a que nunca aderiu por vontade própria.
Em Janeiro de 2004 celebrou Acordo para Prestação de Serviços com a ADVANCECARE.
                    Para a prestação dos cuidados médicos a que se encontra votada no momento, encontra-se apetrechada com todo o equipamento e material que passarei a descrever sucintamente de imediato:
 
1EQUIPAMENTO MÉDICO-CIRÚRGICO DENTÁRIO:
 
                    - Dois (2) Equipamentos Dentários completos;
                    - Dois (2) Equipamento de Electrocirurgia;
                    - Dois (2) Aparelhos de Polimerização por Luz;
                   - Um (1) aparelho de Destartarização por jacto de bicarbonato (Prophyflex), para além dos dois (2) de Ultra-sons inte-grados nos equipamentos dentários;
                   - Em 2004 houveram obras de remodelação da Clínica cujos dois (2) Blocos Operatórios foram remodelados com revestimento em vinil das paredes até à altura de 1,20m, abulindo-se os ângulos entre a aprede e o chão, no espaço que vai dos armários do chão aos superiores da parede, este foi revestido com chapa de aço inoxidável, tendo os dois (2) Equipamentos Dentários ficado apretechados com aspiração cirúrgica independente e com separadores de amálgama, bem como, com compressores independentes também, isentos de óleo e com exicador de ar.
                  - Nesta altura também foi equipado com motor cirúrgico com irrigação própria para a prática de Implantologia.
 
2EQUIPAMENTO COMPLEMENTAR DE DIAGNÓSTICO:
 
                   - Dois (2) Aparelhos de Radiologia Intra-oral de Parede, um em cada sala operatória;
                   - Um (1) Equipamento de Ortopantomografia.
No que respeita à aparelhagem de meios auxiliares de diagnóstico radiológico atrás referidos, as imagens os Raios-X de parede podem ser captadas quer utilizando películas intra orais, quer com recurso a câmara intra-oral de RVG, pois a Clínica está informatizada com um sistema em rede, que lhe permite que os exames sejam referenciados ás fichas clínicas de cada paciente, ás quais se pode ter acesso em qualquer dos terminais que se deseje. No que se refere ao Ortopantomografo, para captação de Raio-X panorâmicos, encontra-se instalado em sala própria com isolamento adequado á base de folhas de chumbo com 3mm de espessura, unidas de forma continua por soldaduras de chumbo fundido a quente. As películas obtidas por este meio complementar de diagnóstico são posteriormente digitalizadas e anexadas á respectiva ficha clínica em arquivo próprio que cada uma contém.
 
3MATERIAL MEDICO-CIRÚRGICO:
 
                    Neste capítulo fica enquadrado todo o material variado de diagnóstico, de cirurgia, de periodontologia a saber: sondas, pinças, espelhos, bandejas, tabuleiros, tinas, seringas, bisturis, sindesmotomos, descoladores, alavancas, boticões, pinças porta-agulhas, tesouras, afas-tadores, etc.; de cirurgia implantar e regenerativa, estojos implantares da Straumann e Nobel Biocare, etc.; de dentisteria operatória, tais como, brocas, calcadores , instrumentos de escultura e bornidores, porta matrizes, porta amalgamas e pistolas para compósito e toda uma va-riedade de matrizes e materiais de polimento e acabamento; de endodontia, tais como: limas, alargadores e condensadores etc.; de prótese como por exemplo: jogos de moldeiras das mais variadas, articuladores e outros materiais que seria fastidioso aqui enumerar.
Cabe contudo aqui referir ainda a existência de esfigmomanómetro e estetoscópio, bem como outro material médico e medicamentoso para emergência e suporte de vida.
 
4 – MATERIAIS DENTÁRIOS E MEDICAMENTOSOS:
 
                    Seria maçador estar aqui a referir todos esses materiais, contudo a referência a eles é no intuito de dizer que os mesmos estão armazenados conforme as exigências de cada um, e preservadas as suas qualidades á custa duma observância escrupulosa das validades dos stocks, bem como conservados em frigorífico quando de tal careçam.
 
5MATERIAL DE LIMPEZA, DESINFECÇÃO E ESTERILIZAÇÃO DO MATERIAL CIRÚRGICO E EQUIPAMENTO:
                   
                    Nesta área procura cumprir com todas as normas actuais para o exercício e prática médico-cirurgicas dentárias, que garantam a limpeza e desinfecção de toda a área da Clínica e material utilizado assim como de assepsia e esterilização de todo o material cirúrgico utilizado na sua prática diária, usando para o efeito limpeza ultra-sónica em banhos desinfectantes do seu material cirúrgico e posterior esterilização por auto-clavagem, após ensacamento hermético do mesmo em manga apropriada e selada a quente, por máquina apropriada, bem como material descartável do qual se destacam, encostos de cabeça, babetes, cânulas de aspiração de saliva, copos, luvas, máscaras, sapatos, agulhas quer de anestesia quer de sutura, lâminas de bisturi, seringas, matrizes e outros materiais que seria cansativo enumerar na sua totalidade.
 
6EQUIPAMENTO DE HIGIENE E DESINFECÇÃO GERAL, DE CLIMATIZAÇÃO E CONFORTO, DE VENTILAÇÃO E RENOVAÇÃO DO AR AMBIENTE, BEM COMO DA SUA PURIFICAÇÃO:
                   
                     Nesta secção há a contar com:
                    - A higiene e desinfecção geral, que conta com aparelho de aspiração e produtos apropriados para limpeza e desinfecção do chão e superfícies, bem como dos sanitários, de forma diária;
                    - A climatização e conforto é assegurada por cinco (5) aparelhos de ar condicionado em todas as dependências principais, ou seja nas duas salas operatórias, recepção, sala de espera e gabinete, cuja manutenção está a cargo de empresa especializada e cujos filtros são periodicamente limpos por lavagem;
A Sala de Espera está equipada com um aparelho de televisão ligado á TV Cabo.
                  - A ventilação e renovação do ar e sua purificação, é conseguida não só pelas janelas existentes, bem como por um sistema de condutas de ar forçado em particular nos espaços que não é possível arejar naturalmente e ainda pela instalação nas salas operatórias de um aparelho em cada de esterilização de ar “Airfree Sterilair”;
 
7LIXOS, TRATAMENTO E DESTINO:
                   
                    Quanto à separação e recolha dos lixos e resíduos do tipo hospitalar considerados perigosos, fá-lo e tem contrato com uma em-presa licenciada pela Direcção Geral de Saúde, que se designa por AMBIMED – Gestão Ambiental, Ldª, para a recolha e posterior tra-tamento de tais lixos, do qual anexa o último certificado.
                    Quanto ao lixo comum é recolhido e posteriormente tratado pelos serviços camarários.
  
 
 
Certificado da empresa licenciada e creditada pela Direcção Geral de Saúde para a recolha e tratamento dos lixos hospitalares.
 
 8 - EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA:
 
Em termos de segurança geral encontra-se instalado extintor de incêndios com manutenção periódica e um indicador luminoso a sinalizar a porta de saída, que acende automaticamente na falha de luz, bem como um sistema de video-vigilância.
 
9EQUIPAMENTO ADMINISTRATIVO:
 
-            Um (1) Sistema Informático em rede constituído por um Server na recepção e três terminais um em cada uma das salas operatórias e outro no gabinete, o qual assegura a informatização da Clinica, não só com o programa de gestão específico, bem como com outros de uso mais comuns. A segurança deste sistema é feita por uma unidade de alimentação e um sistema de segurança de gravação automática dos dados, não só em suportes externos, como internamente no próprio server e num dos terminais. Conta ainda com:
-      Uma impressora de jacto de tinta de definição
       fotográfica;
-      Um Scaner para digitalização de imagens;
-      Um Modem de Fax.
-      Um (1) TPA (Terminal de Pagamento Automático);
-      E - mail;
-      Ligação á Internet.
       N.B.: Está em estudo a criação de um Site daClínica.
-      Central Telefónica com 2 linhas, que funciona também
       como meio de comunicação interno, com o Nº.
       253417251;
-      Um Telefone com outra linha, mais dedicado ao
       sistema de Fax, E-mail e Internet, com o Nº.
       253515255;
       N.B. : E-mail: silvioribeiro.cdm@mail.telepac.pt
-      Existe também um Arquivo de Fichas Clínicas manual;
-      Os dados contabilísticos são tratados por uma
        empresa em regime de Contabilidade Organizada.
 
QUADRO DA CLÍNICA:
 
No momento, o quadro efectivo da Clínica é constituída por:
- Dr. Sílvio M. F. Ribeiro licenciado em Medicina e Medicina Dentária que é simultaneamente sócio-gerente e o Director Clínico.
- Drª. Maria Inês Moreira e Ribeiro, licenciada em Medicina Dentária.
- Drª. Marlene Periera, licenciada em Medicina Dentária, encontrando-se neste momento a colaborar na área de Ortodontia.
- Sílvia de Fátima Salgado Pereira, assistente de consultório.
 
Tem administrativamente, como já foi anteriormente referido, um gabinete de contabilidade que lhe trata da escrita organizada.
Trabalha com três laboratórios, dois que se destinam á execução de Prótese Fixa e Removível, bem como à Prótese Fixa Implantossuportada e Implantorretida, e outro de Aparatologia de Correcção.
 
 
PRESPECTIVAS FUTURAS:
 
Prevê-se um aumento do seu quadro dentro de um a dois
anos para pelo menos mais um médico e respectiva assistente.
 
 
 
OUTROS DADOS:
 
Possui “Regulamento Interno” onde estão incluídas:
-         “Normas Internas de funcionamento”, que definem
não só a conduta a ter pelos seus utentes bem como pelo pessoal que nela trabalha, alertando em quadro exposto na Recepção, os seus utentes para a leitura e observância das mesmas;
-   Nessas normas encontra-se a Tabela dos Actos Médicos e seus Valores Relativos emanada quer pela Ordem dos Médicos quer pela Ordem dos Médicos Dentistas, tomando como referência os valores médios que as mesmas preconizam para cada acto.
 
Por imperativos legais, encontra-se desde 21 de Setembro de 2006 inscrita na ERS - Entidade Reguladora de Saúde, sob o número 10294, apresentando-se a seguir a respectiva cópia da Certidão de Registo.
 
 
 
 CERTIFICADO HIGIO-SANITÁRIO:
 
       No principio do ano 2006 foi requerido à Autoridade Régional de Saúde do Norte, Sub-Região de Saúde de Braga, concelho de Guimarães, do Ministério da Saúde, a respectiva vistoria higio-sanitária, tendo-lhe sido passado o respectivo “CERTIFICADO HIGIO-SANITÁRIO”, Registo nº149 datado de 14 de Fevereiro de 2006, pela respectiva Autoridade de Saúde, do qual se anexa também a respectiva fotocópia.
 
 
 

 

publicado por clinicadrsilvioribeiro às 10:58

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Quinta-feira, 10 de Abril de 2008

REGULAMENTO INTERNO E NORMAS DA CLÍNICA

 
INTRODUÇÃO
  
 
Nas relações humanas e nas sociedades em geral, o bom entendimento entre as partes é fundamental, para que se evitem conflitos e mal entendidos, nas vivências do quotidiano, e para tal é fundamental estabelecer regras que determinem as formas de conduta necessárias para evitar equívocos e prevenir contendas, que por certo surgirão se tais regras não forem implementadas.
Foi esta uma das fundamentais motivações que nos levou a criar este conjunto de normas ou regras, que constituem o “REGULAMENTO INTERNO DA CLÍNICA”, que a seguir se transcreve, o qual aconselhamos a ler atentamente e a pedir esclarecimento do que por ventura não entenda.
 
 
 
 
NORMAS DE ACESSO À CONSULTA DE MEDICINA DENTÁRIA
 
 
1º. - O acesso normal à consulta faz-se por MARCAÇÃO PRÉVIA, quer directamente na recepção da Clínica, o que quando se trate da primeira consulta será melhor, quer através do telefone.
Neste último caso quando vier á consulta, se é a primeira vez, deve providenciar por chegar mais cedo afim de poder fornecer todos os elementos necessários à parte administrativa na abertura do seu Processo Clínico. Se se trata de segundas consultas então é indiferente ser directamente ou através do telefone, dado já existirem os elementos administrativos respeitantes à pessoa em causa, contudo se tiver havido alterações dos respectivos dados não se esqueça de as comunicar, afim destes estarem permanentemente actualizados nas respectivas fichas.
a) Para a primeira consulta deve vir sempre acompanhado dos seguintes documentos:
   - Bilhete de Identidade (Os dados deste são importantes sempre que seja solicitado atestado médico por qualquer circunstância, p.ex.);
   - Cartão de Identificação do sistema de saúde a que pertence ou seja: Cartão de Utente do S.N.S. (Caixa), Cartão da ADSE, SAMS, Ministério da Justiça, PSP, etc. Ter em conta que volta e meia os dados destes referidos cartões são alterados pelos respectivos departamentos a que pertencem, daí que mesmo tendo sido registados no preenchimento do Processo Clínico na primeira consulta, devem por esse motivo acompanhá-lo(a) quando venha de novo ás consultas afim de ser exibido sempre que necessário ou então a pessoa ter o cuidado de comunicar as alterações atempadamente.
  - Moradas e outras formas de contacto como telefones ou telemóvel que normalmente utiliza.
b) Após a marcação directa na recepção, ou no primeiro contacto pessoal do interessado, se a iniciativa de marcação foi por telefone, ser-lhe-à entregue um CARTÃO DA CLÍNICA, onde constam todos os dados da mesma o que será importante para posteriores contactos, bem como terá nele a indicação não só da data e hora das consultas marcadas, bem como outros procedimentos e conselhos importantes não só para o utente como para a Clínica
 
2º. - O doente deverá FAZER-SE ACOMPANHAR SEMPRE DO RESPECTIVO CARTÃO DE MARCAÇÃO nas consultas que se seguirão á primeira, ou em caso de extravio solicitar de imediato outro na recepção.
 
3º. - Este CARTÃO, anteriormente referido, é INDISPENSÁVEL EXIBIR-SE SEMPRE QUE TENHA DE RECLAMAR quanto a eventuais anomalias que tenham surgido na marcação ou outras. Além do mais, o mesmo, TEM IMPRESSAS ALGUMAS NORMAS E CONSELHOS ÚTEIS, que Vª. Exª. DEVERÁ LER COM A MAIOR ATENÇÃO, como atrás já foi referido.
 
4º. - No acto de marcação normalmente não é feito qualquer depósito, mas pode ser exigido um DEPÓSITO correspondente ao valor mínimo da consulta estomatológica simples (1 T), em vigor na altura, ou múltiplos deste conforme o tempo de consulta marcado, ou conforme o tipo de tratamento a executar (grandes tratamentos, normalmente orçamentados previamente) ou outra forma a estabelecer caso a caso.
 
5º. - NA FALTA À CONSULTA, podem surgir as seguintes situações:
1Se houve depósito tal implica:
PERDA DO DEPÓSITO referido, ou seja, o correspondente aos tempos de paralização da Clínica e, automaticamente, DESMARCAÇÃO DAS CONSULTAS que o doente tenha reservado, SALVO SE:
a) - Tiver havido, por parte deste, AVISO DA IMPOSSIBILIDADE DE COMPARECER pelo menos COM 48 HORAS DE ANTECEDÊNCIA;
b) - O motivo de sua falta, for um CASO DE FORÇA MAIOR JUSTIFICÁVEL. Convirá nestes casos mesmo assim, contactar o consultório nem que seja na hora para evitar as desmarcações das consultas atrás já referidas.
2Se não tiver havido qualquer depósito, e caso o doente não tenha tido o cuidado de proceder como se referiu anteriormente em 1, alíneas a) e b), no pedido de marcação de nova consulta pode ser exigido o respectivo depósito, anteriormente já referido.
3A FALTA SISTEMÁTICA ÁS CONSULTAS, mais que TRÊS INCLUSIVÉ, implica IMPOSSIBILIDADE de futuro acesso à CONSULTA POR MARCAÇÃO, salvo se fizer os depósitos respectivos.
 
6º. - NA PRIMEIRA CONSULTA são dados a conhecer ao doente pelo Médico, a generalidade dos problemas que a sua saúde oral apresente e assim este, FICA COM A PERSPECTIVA DAS CONSULTAS NECESSÁRIAS PARA A SUA REABILITAÇÃO, pelo que desde essa altura PODE RESERVAR AS CONSULTAS PREVISTAS PARA O SEU TRATAMENTO, salvo quando tenha que ser feito estudo posterior ou se vier disposto a resolver apenas, uma questão pontual.
 
7º. - NA MARCAÇÃO DA PRIMEIRA CONSULTA, é feito O PREENCHIMENTO DA PARTE ADMINISTRATIVA DA FICHA, o que tem grande importância, não só por evitar perda de tempo quando em consulta propriamente dita, mas também, porque no espaço de tempo que mediar entre a marcação e a consulta, pode haver necessidade de ser contactado (a), e só na posse desses dados, esta Clínica o poderá fazer. Assim sendo INTERESSA QUE:
a) SEJA O PRÓPRIO a fazê-la;
b) QUANDO FOR OUTRA PESSOA a fazer a marcação, deve ser CAPAZ DE PRESTAR TODOS OS ELEMENTOS IDENTIFICATIVOS RELATIVOS À PESSOA A QUEM SE DESTINAR A CONSULTA.
 
8º. - MARCAÇÕES PELO TELEFONE, possíveis, sempre que o DEPÓSITO CONFIRMATIVO seja feito com 72 HORAS DE ANTECEDÊNCIA em relação à data da respectiva consulta, se tal for exigido.
 
 
 
 
 
NORMAS DE CONDUTA PARA OS DOENTES EM TRATAMENTO
 
 
Tenha em atenção que estas normas se destinam a manter o bom funcionamento das consultas e, consequentemente, dos actos médicos a realizar, quer em tempo quer em eficácia, CUMPRA-AS NO SEU PRÓPRIO INTERESSE.
 
1º. - CHEGUE À HORA MARCADA. O seu “pequeno” atraso vai-se reflectir, nos outros em “grandes” atrasos. Reserva-se pois a esta CLÍNICA o direito a não o atender quando chegue atrasado.
 
2º. - AGUARDE CALMAMENTE sentado(a) na Sala de Espera, se por acaso houver algum atraso devido à consulta que antecede a sua, pois no seu próprio interesse, hoje se espera, amanhã poderão ser outros a esperar, por virtude da conclusão do seu tratamento.
 
- DESLIGUE O TELEMÓVEL sempre que entrar na Área Clínica ou de tratamento, pois para além do desassossego que o mesmo causa quando toca, existe ainda o perigo de interferência com alguns equipamentos electrónicos existentes nas salas operatórias.
 
4º. - EVITE TRAZER ACOMPANHANTES, particularmente CRIANÇAS. Estas são por norma irrequietas e impacientes, pois tais qualidades são próprias do seu desenvolvimento normal e como compreende os tratamentos estomatológicos são morosos e requerem paciência.
 
5º. - CASO TRAGA ACOMPANHANTE:
a) EVITE ENTRAR PARA A SALA DE TRATAMENTO COM ELE;
b) AS CRIANÇAS ESTÃO EXPRESSAMENTE PROI-BIDAS DE ENTRAR para a sala de tratamento. Sempre que acompanhem o doente, estas, devem ficar na sala de espera ao cuidado de outra pessoa adulta de preferência.
6º. - O ACOMPANHANTE ADULTO, SE ENTRAR NA SALA DE TRATAMENTO DEVE:
a) PERMANECER QUIETO no lugar a ele destinado, dado ser contraproducente que tal aconteça a não ser em circunstâncias muito especiais. É por isso que nas salas operatórias nem tão pouco existem acentos para esse fim.
b) NÃO SE INTROMETER durante o acto da consulta, pois tal perturba e tira a atenção de quem está a operar.
 
 
 
 
INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES
 
 
1º. Entende-se por CONSULTA DE MEDICINA DENTÁRIA SIMPLES aquela que apenas engloba a observação do doente, prescrição medicamentosa e pedido de exames complementares de diagnóstico, sem qualquer outro acto médico específico, sendo-lhe reservado o TEMPO MÉDIO ENTRE 15 A 30 MINUTOS (1T).
 
2º. Entende-se por CONSULTA DE MEDICINA DENTÁRIA OPERATÓRIA, aquela que já envolve actos médico-cirúrgicos específicos, sendo por isso, normalmente e previamente programada, e assim, é-lhe reservado um TEMPO MÉDIO NUNCA INFERIOR A 30 MINUTOS, ficando desde já entendido que cada CONSULTA OPERATÓRIA É SEMPRE UM MÚLTIPLO DA CONSULTA SIMPLES (n x T).
 
3º. - Todos os actos médicos e exames complementares de diagnóstico convenientes, praticados nesta Clínica, são honorados tomando como base o estabelecido pela ORDEM DOS MÉDICOS DENTISTAS / ORDEM DOS MÉDICOS no seu respectivo:
CÓDIGO DE NOMENCLATURA DE ACTOS MÉDICOS E VALORES RELATIVOS.
 
  
HONORÁRIOS
 
 
1º. Os honorários respeitantes quer ao TRATAMENTO DOS DENTES propriamente ditos, quer ao TRATAMENTO DOS SEUS TECIDOS DE SUPORTE E ANEXOS são PAGOS NO FINAL DE CADA CONSULTA.
 
2º. Os honorários respeitantes a serviços de PRÓTESE DENTÁRIA ("placas", pontes, coroas, etc.), serviços de ORTODONTIA (aparelhos de correcção), e certos ACTOS CIRÚRGICOS mais complexos (exodontias de dentes inclusos, germectomias, apicectomias, radiculectomias, gengivectomias, enxertos, exérse de epúlides e outras hiperplasias tumorais, quistos paradentários, etc.), são PAGOS ADIANTADAMENTE, ou pelo menos 50% na primeira sessão e o restante na penúltima, salvo outro acordo.
 
3º. Esta Clínica usa o CÓDIGO DE NOMENCLATURA DE ACTOS MÉDICOS E VALORES RELATIVOS, que o Conselho Nacional Executivo da ORDEM DOS MÉDICOS, fez publicar em Agosto de 1983, como tabela, o qual com ligeiras alterações foi adoptado e aprovado em 1995 pelo Conselho Directivo da O.M.D. – ORDEM DOS MÉDICOS DENTISTAS.
 
Como nele se explica, os cálculos tem por base dois índices, um designado por “C”, e que tendo em conta a variação dos custos, é publicado anualmente pelas Ordens dos Médicos não podendo sofrer alteração durante esse mesmo ano económico.
Quanto ao outro, designado por “K”, tem em conta a especificidade do Acto Médico, e que sendo também anualmente publicado pelas referidas Ordens, permite ao contrário do anterior índice, variações entre um valor MÍNIMO e um MÁXIMO, que a mesma publicação estabelece, para que cada profissional Médico, possa ajustar a tabela, consoante a sua diferenciação técnica, as circunstâncias do acto, a região onde se encontra, etc.
publicado por clinicadrsilvioribeiro às 17:13

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