Sexta-feira, 13 de Junho de 2008

BRANQUEAMENTOS DENTÁRIOS

 

BRANQUEAMENTOS DENTÁRIOS - INTRODUÇÃO

 

Destina-se este tratamento a tornar mais claros os dentes naturais, vitais e não vitais, de acordo com uma escala colorimétrica universal, afim de os tornar esteticamente mais agradáveis.

Recorre-se essencialmente ao uso de dois produtos que são o Peróxido de Hidrogénio e o Peróxido de Carbamida, estando este último a cair em desuso. Os peróxidos são usados com diversas concentrações, conforme se destinem ao uso ambulatório (ou caseiro controlado periodicamente em consultório) ou ao uso em sessão no consultório médico.

Estes produtos produzem sempre uma certa desmineralização da camada externa (esmalte e/ou dentina) dos dentes, que uma vez concluida a aplicação dos produtos irá ser reposta.

Os dentes podem sofrer várias alterações de cor por toda a superfície, caso do uso excessivo de certos produtos alimentares pigmentados habituais na dieta da pessoa ou mesmo certos vícios, tais como, o tabagismo, o uso frequente de chá, infusões, café, vinho, etc, isto quando a proveniência da alteração da cor do dente se deve a causas externas.

Contudo também podem surgir casos de alteração de cor ou manchas por questões de origem interna, como a ingestão de determinados medicamentos (tetraciclinas p.ex.), traumatismos com derrame de sangue cuja alteração da hemoglobina, vai depositar de forma intrínseca, na dentina, os pigmentos ferrosos resultantes da sua degradação, ou mesmo por excesso de aporte de fluoretos produzindo nos dentes manchas castanhas normalmente  designsdas por fluorose.

Quando a alteração da cor é acentuada num dente com TER - Tratamento Endodôntico Radical (vulgar desvitalização), embora se possa tentar o branqueamento interno e externo do dente o resultado quase nunca é satisfatório na totalidade dos casos. Assim estando indicadas coroas ou facetas cerâmicas para de uma forma definitiva resolver o problema da cor alterada do dentes.

Do mesmo modo quem tiver múltiplas restaurações estéticas (a compósitos ou compómeros), poderá ter de as substituir no fim do branqueamento, pois o comportamento da estrutura das restaurações não é o mesmo que o da estrutura natural do dente.

Também devemos ter em conta que os branqueamentos, não são para toda a vida, e a frequência de sessões de branqueamento de individuo para individuo dependendo do tipo dos constituintes dos dentes de cada um e dos seus hábitos alimentares e vicíos que tiver.

Há fundamentalmente três métodos de branquear os dentes:

- Um o ambulatório, que se faz por intermédio de goteiras aliviadas nas faces vestibulares, que tranportarão o material branqueador aos dentes a branquear durante um certo tempo, que deve ser controlado em consultório, durante o processo de branqueamento;

- Outro no consultório, em sessão na qual o produto é aplicado nos dentes, depois de devidamente protegidas as gengivas e por fim activado por luz de preferência fria (LED's);

- Há ainda outro que é por assim dizer a junção dos dois métodos anteriores, isto é, utilização de goteiras transportadoras do produto branqueador que será activado pela luz.

 

 

BRANQUEAMENTO POR GOTEIRAS - SEM RECURSO A LED'S:

 

Um caso nosso:

 

Modelos prévios das arcadas a branquear:

 

 

  

 

 

Aplicação do produto por vetsibular das coroas para criar espaço na goteira de forma a que esta transporte o produto branqueador aos dentes: 

 

 

 

Um aspecto das arcadas com o produto de alívio: 

 

 

 

Aspecto da fabricação da goteira em máquina de vácuo, que consiste no aquecimento de placas acrilicas de determinada espessura, tornando-as moldávei, e que ao serem succionadas pelo sistema da máquina vão tomar a forma do modelo do paciente: 

 

 

 

Aspecto da placa acrílica depois de succionada sobre o modelo: 

 

 

 

O processo que anteriormente se descreveu para o modelo inferior é agora repetido para o modelo superior:  

 

 

 

 

 

 

Aspecto lingual da delimitação a vermelho para o corte afim de obtermos as goteiras finais: 

 

 

 

Aspecto vestibular da delimitação a vermelho do conjunto das duas arcadas: 

 

 

 

Aspecto final das goteiras: 

 

 

 

Material  de branqueamento (Peróxido de Hidrogénio) a usar em abulatório e respectiva escala colorimétrica:

 

 

 

Apreciação da cor inicial - A3,5 no canino: 

 

 

 

Cor A3 nos restantes dentes:

 

  

8 dias após o inicio do branqueamento em ambulatório. Controle no consultório:

 

  

Nos incisivos já foi atinginda a cor A1 (a ligeira mancha horizontal nos incisivos centrais é uma situação intrínseca aos dentes): 

 

 

Aspecto final aos 15 dias, nota-se uma melhoria franca da cor dos dentes. É de ter em conta que o efeito do material aplicado ainda vai continuar por cerca de um mês:

 

 

 

 

 

  

 

 

  

Aspecto do sorriso final - doente satisfeita:

 

 

 

 

BRANQUEAMENTO POR LED'S:

 

Um caso nosso:

 

Aspecto inicial das arcadas a branquear: 

 

 

 

Após isolamento dos lábios com um protector labial, análise da cor inicial, com escala "Vita":

 

 

 

Chegamos à conclusão tratar-se de um "A3": 

 

 

 

Aspecto após isolamento da gengiva marginal com silicone fotopolimerizável: 

 

 

 

Aspecto das arcadas após a aplicação da primeira dose de Peróxido de Hidrogénio a 35%:

 

 

 

Aspecto dos intrumentos e mesa operatória:

 

 

 

Aspecto da activação do Peróxido de Hidrogénio com a luz LED (atender à protecção ocular):

 

 

 

Aspecto no final da sessão que foi constituida por 3 aplicações sequenciais de Peróxido de Hidrogénio que foram activadas durante 10 minutos pela luz LED, sob a observação do médico e assistente. De notar que mesmo perante um bom isolamento a gengiva marginal aparece-nos com alguma alteração de cor, que um a dois dias depois recupera completamente, sem qualquer medicação:

 

 

 

Aspecto da tonalidade final conseguida que no caso foi "B1", uma das cores mais claras da escala:

 

 

 

Após 8 dias, um aspecto excelente, apesar de existirem restaurações a composito nos dentes centrais e não ter havido qualquer alteração das mesmas, o que nem sempre acontece. Doente satisfeita:

 

 

 

publicado por clinicadrsilvioribeiro às 18:03

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Sexta-feira, 16 de Maio de 2008

II - IMAGIOLOGIA - CASOS CLÍNICOS

 

IMAGIOLOGIA
 
Um dos principais meios complementares de diagnóstico nesta área da Medicina Dentária.
 
RADIOLOGIA
OS PRINCIPAIS TIPOS E MÉTODOS APLICADOS NA ÁREA 
DA
MEDICINA DENTÁRIA
 
PLANOS DE ORIENTAÇÃO ESPACIAL:
 
 
 
A - Radiografia postero-anterior do crânio.
 
B - Tomografia em planos frontais ou coronais.
 
C - Cortes tomográficos em planos longitudinais ou sagitais.
 
D - Planos do espaço:
  1. Frontal ou Coronal,
  2. Longitodinais ou Sagitais,
  3. Horizontal ou Axial,

Estes são os três planos utilizados em estudos tridimensionais, tais como  a Tomografia Axial Compotorizada (TAC) ou a Ressonância Magnética (RN).

 

RADIOLOGIA, OS SEUS VÁRIOS TIPOS:

  • INTRAORAIS:

          - Quer pelo sistema tradicional, captação em película, que depois vai ser processada automáticamente em máquinas próprias ou manualmente em banhos reveladores e fixadores, quer pelo sistema digital, captadas por uma câmara intraoral que vai de imediato fazer o seu processamento num computador através dum software próprio, vulgarmente designadas por RVG (Rádio-Visio-Grafia):

 

          1 - Apical;

          2 - Bite-Wing;

          3 - Oclusal.

  •  EXTRAORAIS:

          - Quer pelo sistema tradicional em película, quer pelo sistema digital:

 

 

          1 - Ortopantomografia Facial ou Panorâmica,

          2 - TAC (Tomografia Axial Compotorizada),

          3 - Telerradiografia,

          4 - Ressonância Magnética,

          5 - Artografia,

          6 - Sialografia.

 

 

 

Panorâmica com bolas de aço de 5 mm para avaliação do grau de distorção do ortopantomógrafo.

 

 

  

Grau de Distorção: 1,40

 

  

Caso nº3763 - AIPC, 23 anos - Sexo :F - Agenesia dos 5ºs inferiores - Regeneração aos 3 mêses e colocação de coroas implantossuportadas aos 6 mêses.

 

Ortopantomografia inicial 

 

Aspecto antes da extracção do temporário existente e algum tempo após a regeneração para a colocação de implante. 

 

Ortopantomografia final onde é visivel a reabilitação das agenesias dos 2ºs pré-molares inferiora com coroas sobre implantes.

 

 

Caso: 3069 - ASR - Sexo:F; 44 anos - Doença Periodontal.

 

 

 

Caso nº 1529 - DSA - 59 anos; Sexo: M - Doença Periodontal - Bolsas e fracturas radiculares.

 

 

De notar as bolsas e embora um volume ósseo da mandibula razoável o nível da crista encontra-se nas regiões posteriores abaixo das furculas.

 

Aspecto de bolsas e fracturas radiculares dos molares superiores.

 

Caso nº1769 - EMCRA - 51 anos; Sexo: F - Doença Periodontal. Fractura por trauma oclusal.

 

Fractura a nível da crista óssea da bolsa por trauma oclusal do 2º pré-molar inferior direito. 

 

Caso nº2870 - EFR - 52 anos; Sexo: M - Caso periodontal grave que atingia particularmente a arcada superior levando à perda de todos os dentes dessa arcada.

 

 

Aspecto das  bolsas do molar e pré-molar do 1º quadrante

 

Caso nº3369 - EFSAM - 39 anos; Sexo: F - Caso de bolsas dos incisivos centrais inferiores aparentemente por trauma oclusal e má higiene.

 

 

Caso nº505 - APFFSL - 38 anos; Sexo:F - Caso em que para além do desdentamento se pode verificar a existência  de um SISO INCLUSO EM POSIÇÃO INVERTIDA, no 1º quadrante e no 3º quadrante presença de fios de osteo-sintese por ocorrência de fractura mandibular em acidente.

 

 

Caso nº1937 - EMVM - 34 anos; Sexo: F - Este caso era um problema ortodôntico de tipo Classe III, que dada a sua complexidade na altura (1990) foi enviada à Ortodontia pura, onde lhe fizeram a correcção traccionando o canino retido no 1º quadrante, colocando-lhe os restantes dentes na posição estéticamnete aceitável, mas não tocando no canino do 2º quadrante nem no pré-molar do 3º quadrante inclusos.

 

 

Ortopantomografia inicial em 1990

 

Ortopantomografia de 2003, onde se pode observar o arranjo dos dentes da arcada superior e inferior, com a canino do 1º quadrante colocado mas a persistência do canino do 2º quadrante e do segundo pré-molar do 3º quadrante inclusos. Nesta altura referiu-me notar sintomatologia e desvio dos centrais superiores. Foi-lhe proposta a extracção por nós do canino incluso.

 

  

Rx-Rvg antes da cirurgia 

 

Caso nº324 - HMFMP - 51 anos; Sexo: F - Doença periodontal grave

 

 

Caso nº 3609 - JFM - 62 anos; Sexo: M - Doente com desdentamento posterior dos 4 quadrantes, com caries multiplas das zonas de colo dos dentes em particular dos superiores, canino do 4º quadrante incluso e molar do mesmo quadrante com cárie de raiz e processo periodontal. De notar ainda o pouco osso nas zonas desdentadas do maxilar superior, o que se deve à reabsorção centrípta do osso maxilar e expansão centrifuga dos seioa maxilares. Este caso vai aparecer noutras áreas como exemplo de regeneração óssea e reabilitação com coroas totais cerâmicas dos dentes presentes e pontes cerâmicas nas regiões posteriores sobre implantes.

 

 

 

Caso nº3840 - JMPC - 40 anos; Sexo: M - Um caso de má oclusão e já com problemas periodontais avançados, havendo trauma oclusal por interferência com o canino inferior direito de que resultou fractura do mesmo pelo 1/3 médio da raiz, após ferulização insuficiente por colega, que não cuidou do respectivo alivio oclusal.

  

 

 

Caso nº3775 - JATPSB - 68 anos; Sexo: F - Aspecto de um caso complexo com múltiplas lesões apicais em dentes pilares de prótese e também de um implante e com grande quisto na região entre lateral e canino superiores esquerdos para além de restos radiculares. Este caso foi tratado por nós com desdentamento total da arcada superior, remoção de todas as lesões apicais e regeneração óssea, sendo reabilitada com prótese total imediata e mais tarde se o assim entedesse poder ser reabilitada com Prótese Total sobre Implantes.

 

 

 

Caso nº 3768  - LM -  69 anos. Sexo: F  - Extrusão Dentária por Desiquilibrio Oclusal

 

 

 

 

Caso nº2720 - MACC - 69 anos;Sexo: F - Caso de uma doente que vinha para fazer uma reabilitação protética e que ao fazermos a Orto descobrimos a existência de um canino do 2º quadrante incluso e com grande lesão quística.

 

 

 

Caso nº3691 - MAPM - 79 anos.Sexo: F - Odontoma da Raiz do 4.3.

 

 

     

 

Caso nº3692 - MMLC - 15 anos. Sexo: F - 2.3 Incluso antes e depois da cirurgia.

 

 

                                                   

 

Caso nº3593 - MLR - 57 anos. Sexo: F - Fase final da REABILITAÇÃO com prótese FIXA DENTOSSUPORTADA E IMPLANTOSSUPORTADA

 

 

Caso nº3437 - PEMO -  20 anos. Sexo: M  -  Má Oclusão Classe III, Traumatismo do Bloco Incisivo Superior por queda e Reabilitação com Prótese Fixa. 

 

Ortopantomografia de 2000 (inicial) 

 

 

Controle em 2003, 1 ano após a colocação da Prótese Fixa Dentossuportada, podendo se observar os parafusos fixadores das placas de osteo-síntese usadas quando da Cirurgia Maxilo-Facial.

 

Controle em 2004

 

Caso nº1255 - RMCM -  20 anos. Sexo: M  - Agenesia dos 2 laterais superiores.

 

 

Ortopantomografia de 12-02-1988, onde se verifica uma dentição mista e a ausência dos 2 laterais superiores. 

 

Ortopantomografia de 05-04-1994, já com dentição definitiva e o espaço dos laterais superiores mantido, ainda se verfica a presença do 62 (lateral temporário esquerdo)

 

Ortopantomografias de 24-03-2000, espaço para os laterais mantido pelo uso de prótese removível. Caso reabilitado com Ponte Metalo-Cerâmica de canino a canino.

 

Caso nº 2914 - JERQ - 23 anos. Sexo: M - Uma boca Sã 

 

Ortopantomografia de 26-10-1995, onde se verifica dentição mista, com erupção normal dos dentes definitivos.

 

Ortopantomografia de 05-08-2004, verifica-se a correcta colocação dos dentes definitivos inclusive dos sisos.  

 

 

TAC EM DENTASCAN

 

 

TRÊS DIMENSÕES

 

 

Exame Radiológico - TAC 1

 

A figura anterior representa os cortes em planos horizontais do maxilar superior, de um TAC que como já referimos é um exame tridimensional.

 

Exame Radiológico - TAC 2

 

A figura anterior representa a continuação dos cortes em planos horizontais do maxilar superior, de um TAC que como já referimos é um exame tridimensional.

 

Exame Radiológico - TAC 3

 

A figura anterior representa os cortes em planos sagitais do maxilar superior, de um TAC que como já referimos é um exame tridimensional.

 

Exame Radiológico - TAC 4

 

A figura anterior representa os cortes em planos coronais (equivalem a várias ortopantomografias) do maxilar superior, de um TAC que como já referimos é um exame tridimensional.

 

Exame Radiológico - TAC 5

 

 

 

POTENCIALIDADE DO TAC NA ORIENTAÇÃO DO TRATAMENTO IMPLANTAR

 

PLANEAMENTO DO TRATAMENTO E POSSIBILIDADE DE ANTECIPAR QUER A CONCEPÇÃO DE GUIAS CIRÚRGICAS IMPLANTARES QUER DE PRÓTESES DE CARGA IMEDIATA SOBRE IMPLANTES, SEGUNDO O "SISTEMA NOBEL GUIDE".

 

REABILITAÇÃO SOBRE DENTE vs IMPLANTE

 

 

No fundo a imagem anterior demonstra-nos que a concepção de reabilitação é a mesma, o que muda é o apoio que em vez de ser na raíz é no implante (à esquerda dente normal e à direita dente implantado).

 

 

Esquema dos passos a seguir numa reabilitação implantar pelo "Sistema Nobel Guide".

 

 

Orientação da colocação dos implantes por goteiras obtidas segundo o referido sistema, a primeira um caso, "All-on-4", ou seja prótese total apoiada em 4 implantes especiais, e a segunda para orientar a sequência de brocas para a colocação de um só implante. 

 

Em contraste com o sistema de orientação guiado por computador este é um exemplo de mapeamento manual para a determinação de colocação de um ou mais implantes.

 

Colocação de ponte de 3 elementos, em 3 implantes, orientados por goteira de confecção computorizada.

 

 

REABILITAÇÃO PROTÉTICA ORIENTADA VIA SISTEMA CAD

 

   

 

 

 

 

 

 

CAD - PLANO DE TRATAMENTO A 3D

 

A explicação é simples: em cima podemos observar a maquete dum maxilar superior, criada em polímero através dos dados de um TAC do mesmo, tratado em computador, sobre o qual serão rigorosamente criada uma guia cirúrgica (a azul) que é fixada na boca através de 3 parafusos (um frontal e um de cada lado, por vestibular), e em que os sitios de entrada e direcção dos implantes são rigorosamente traçados na mesma conforme a anatomia especifica do maxilar.

 

publicado por clinicadrsilvioribeiro às 17:31

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Quinta-feira, 15 de Maio de 2008

III - MEDICINA ORAL PREVENTIVA - CASOS CLÍNICOS

MEDICINA ORAL PREVENTIVA

 

 

Esta área destina-se fundamentalmente a:

 

1 - Vigilância periódica adequada da patologia ou patologias de cada
      indivíduo.
2 - Higienização periódica e ensinamento sobre as várias técnicas.
3 - Aplicações de fluoretos, quando recomendadas.
4 - Selamento de fissuras.
5 - Despiste e tratamento precoce da cárie ou patologias periodontais.
6 - Despiste de más oclusões e problemas da ATM.
7 - Criar aparelhos destinados à protecção de traumas potenciais em
      muitos desportos.
 

 

APLICAÇÂO  DE SELANTE DE FÍSSURAS NUM MOLAR:

 

 

1. Ataque ácido após limpeza por escovagem da supericie oclusal dos dentes a tratar. 

 

 

2. Após secagem, aplicação do condicionador de esmalte.

 

 

3. Aplicação do selante. 

 

 

4. Foto-polimerização do selante. 

 

Caso de sulcos profundos com um inicio de cárie (partes mais escuras):

 

  

1. Fazer a limpeza e ataque ácido. Aplicar o condicionador e secar com ar.

 

 

2.  Aspecto da selagem de qualidade e durável.

 

Este procedimento pode ser efectuado em paciente de todas as idades.

publicado por clinicadrsilvioribeiro às 18:11

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Quarta-feira, 14 de Maio de 2008

IV - DENTISTERIA OPERATÓRIA - CASOS CLÍNICOS

DENTISTERIA OPERATÓRIA

 

Destina-se á recuperação, por restauro da coroa, dos dentes com ela afectada:

  1. Por doenças congénitas;
  2. Por consequência de doenças gerais;
  3. Por consequência de cárie;
  4. Por consequência de traumatismos.

Substituição de uma Restauração a Amalgama, por uma a Compósito:

 

 

Restauração estética de tipo Classe II com Compósito:

 

 

Espigões Metálicos vs de Fibra de Vidro e Estética:

 

 

Radiografia dos Espigões Estéticos disponíveis actualmente:

 

 

Espigões de Fibra de Carbono para confecção de Falsos Cotos e vantagens sobre os de metal:

  

 

 

Caso de Fecho de um Diastema inter-incisivos centrais superiores:

 

 

 

 

publicado por clinicadrsilvioribeiro às 15:19

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Terça-feira, 13 de Maio de 2008

V - ENDODONTIA - CASOS CLÍNICOS

ENDODONTIA

 

É a área destinada á preservação das peças dentárias ou do que delas resta, para restauro posterior, actuando dos tecidos pulpares, extirpando-os:

  1. Quer estes estejam no seu estado hígido (Biopulpotomias);
  2. Quer estejam reduzidos ao seu estado de pré-necróticos, ou já constituindo apenas restos necróticos (Necropulpotomias);

Promovendo a remoção do conteúdo pulpar, alargando, desinfectando e esterilizando  a cavidade pulpar e preenchendo-a de seguida com materiais selantes inertes, a fim de que posteriormente o dente possa ser recuperado quer pela Dentisteria Operatória, quer pela Prótese Fixa.

 

Exemplos de tratamentos endodónticos:

 

 

 

 

Caso nosso de um molar (4.6) com cárie extensa e invasiva e no qual deparamos com 4 canais radiculares, 2 mesiais e 2 distais:

  

 

Caso nosso onde o central inferior direito continha já um tratamento endodòntico com sub-obturação (fig.1) em que se verificava sintomatologia por grande processo apical desenvolvido. Segue-se o tratamento por reintervenção no mesmo canal em que houve ligeira sobre-obturação, no sentido de que nada no canal, macroscópicamente ficasse por tratar (fig.2). E finalmente controle cerca de 2 meses após em que já se vê praticamente a reparação da lesão óssea existente, tendo deixado de haver sintomotalogia (fig.3):

  

publicado por clinicadrsilvioribeiro às 15:22

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Segunda-feira, 12 de Maio de 2008

VI - PERIODONTOLOGIA - CASOS CLÍNICOS

 

PERIODONTOLOGIA

 

Presta cuidados ao " Complexo Periodontal " ou seja aos tecidos de sustentação ou suporte dos dentes:

  1. Impedindo a sua degradação ou retardando-a;
  2. Melhorando o seu estado danificado pela doença já instalada;
  3. Recriando mesmo as suas estruturas á custa de cirurgias adequadas e dos biomateriais hoje disponíveis ou mesmo a enxertos tecidulares, do mesmo indivíduo, ou de outro da mesma espécie, ou mesmo de outras espécies e ainda de biomateriais sintéticos.

Um caso nosso de Doença Periodontal Grave e extrema mobilidade dos dentes superiores de canino a canino, em que a doente pediu para serem conservados, embora o prognóstico geral seja mau - FERULIZAÇÂO

 

Caso nº 3690 - PALM - 40 anos. Sexo: F

 

 

Em cima Ortopantomografia, onde é possível observar a grande perda óssea generalizada de uma dentição quase completa. Em baixo, alguns Rx-RVG de pormenores onde é possível apreciar-se com maior detalhe a grande perda óssea a nível dos incisivos superiores, chegando a haver uma ponta radicular apenas a suster quase toda a raiz e a coroa.

 

 

Aspectos iniciais da boca onde são visiveis o mau estado de higiene oral e já a grande retracção osteo-gengival.

 

 

Aspectos das várias fases de preparação e conclusão da ferulização com banda de rede de titânio e acrilico por palatino de canino a canino.

 

 

Controle após 8 dias

 

 

Aspecto final e ensinamento sobre higienização com uso de escovilhão interproximal 

 

 

Caso nosso de lesão periodontal (bolsa) anterior que necessitou de ROG - Regeneração Óssea Guiada - prévia a colocação de implante

 

 

  

Ortopantomografia de 30-11-2004

 

Ortopantomografia de 12-02-2007

  

                     

Evolução da perda óssea na região do 16 de 30-11-2004 (fig.1) a 25-01-2007 (fig.2)

 

                 

Evolução da perda óssea na região do 26 de 30-11-2004 (fig.1) a 25-01-2007 (fig.2), neste caso com franca formação de bolsa. A doente era portadora de prótese de tipo esquelético antiga.

Foi feita extracção dos molares e regeneração óssea guiada em ambos os casos mas com particular incidência na região da bolsa, afim de posteriormente se colocarem implantes para suporte dos 6ºs.

 

 

 

Aspecto pós-extracção com retalho aberto até à região do central para limpeza directa sub-gengival e polimento radicular.

 

 

Outro aspecto lateral onde é possível ver bem a dimensão da bolsa periodontal por mesial e mesmo a perda óssea a nível dos pré-molares por palatino.

 

Um aspecto do 27 extraído com tártaro radicular e na furcula e o conjunto de tecido de granulação epitilial da bolsa. 

 

 

Aspecto vestibular  

 

Colocação dos bio-materiais para regeneração (Gel Tipo 40 da Osteobiol + Bio-Oss 0,5g)

 

Colocação dos bio-materiais para regeneração (agora Emdogain)

 

 

Colocação dos bio-materiais para regeneração (Por fim Membrana Dried  Derma)

 

  

Aspecto radiológico inicial da bolsa, depois aspecto da bolsa regenerada, seguindo-se o aspecto com a colocação do implante. 

 

Outro caso de Bolsas Periodontais e não só, por Doença Periodontal:

 

 

Aspecto sa abertura do retalho gengival para exposição das raizes e osso alveolar do 3º seistante. 

 

 

Aspecto das exposição radicular após levantamento do retalho, e onde se pode ver grande perda óssea por vestibular mas inferior à existente por palatino, o que nos levou previamente a fazer uma ferulização de 1º pré-molar a 2º molar com fio de aço torcido em sulco oclusal dos mesmo dentes, previamente preparado e fixação deste e reconstrução das faces oclusais dos dentes a compósito, dada a grande mobilidade que apresentava.

 

 

Um aspecto palatino com o retalho gengival seguro contralateralmente com sutura, onde é manifestamente visível a grande perda óssea a nivel de todos os dentes e em particular do 6º (molar) onde estamos com uma cureta a tirar tecido de granulação entre a furcula e raizes que substituía o osso que lá deveria existir. 

 

 

CLASSIFICAÇÃO DOS ENXERTOS

 

Os diversos materiais de enxertos e implantes usados até agora podem ser ordenados em quatro categorias:

 

1 - ENXERTOS AUTÓGENOS - Enxertos transferidos de uma posição para outra dentro do mesmo indivíduo. Estes tipos de enxertos englobam osso cortical, osso esponjoso ou medular ou ambos, isto no que se refere às partes duras do maxilar, mas também podem ser de gengiva total ou parcial, neste caso quer pediculados  quer não pediculados,  colhendo-se de sítios dadores intraorais ou extraorais no caso do osso e sempre intraorais no caso da gengiva.

 

2 - ALOENXERTOS - Enxertos transferidos entre membros da mesma espécie mas genéticamente diferentes. Tem-se usado osso esponjoso ou medular viáveis, osso esponjoso ou medular esterilizados e osso congelado.

 

3 - HETEROENXERTOS ou XENOENXERTOS - Enxertos colhidos de um dador de outra espécie.

 

4 - MATERIAIS ALOPLÁSTICOS - Materiais inertes para implantes e outros biomateriais bio-activos de preenchimento e substituição óssea, bem como para barreiras, caso de algumas membranas. 

publicado por clinicadrsilvioribeiro às 16:45

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Domingo, 11 de Maio de 2008

VII - CIRURGIA ORAL - CASOS CLÍNICOS

CIRURGIA ORAL

 

Intervem em tudo o que é necessário corrigir cirurgicamente:

 

1 - Extracções simples ou mais complexas;

2 - Extracções de dentes inclusos, quistos, apicectomias, radiculectomias, aprofundamento vestibular, frenectomias e ablação de outras bridas;

3 - Excisão de tumores dos tecidos moles e/ou duros;

4 - Biópsias;

5 - Regeneração tecidular guiada (RTG);

6 - Implantologia; etc...

 

Dois casos de Dentes Inclusos, um de um Siso e outro de um Canino:

 

 

 

 

 

Múltiplas patologias, entre as quais um Quisto:

 

 

 

Um caso de múltiplas lesões apicais e consequente apicectomia com regeneração óssea:

 

 

Formação Quistica da Mucosa Labial Inferior:

 

 

Frenectomia Labial Superior e consequente fecho de diastema interincisivo:

 

  

  

  

  

 

Aparente lesão osteoide, que veio a verificar-se ser uma malformação apical do 4.3 ou seja um "odontoma":

 

 

 

CIRURGIA REGENERATIVA

 

Elevação do seio maxilar direito

 

Caso nº3609, JFM - 63 anos - Sexo: M

Motivo: Preparação para reabilitação oral total com Prótese Fixa Dentossuportada e Implantossuportada.

Data: 16-07-2007

 

 

 

Ortopantomografia inicial

 

 

Esboço das áreas a regenerar com base na Ortopantomografia e TAC.

 

Biomateriais utilizados 

 

 

 

 

 

Video de experimentação do despegamento  da tabua óssea da janela maxilar.

 

 

 

 

 

Video onde se visualiza a integridade da Membrana de Schneider que reveste o seio maxilar, cuja mobilidade acompanha os movimentos respiratórios.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ortopantomografia de 07-03-2008, cerca de 10 meses após a cirurgia de regeneração óssea com elevação de seio maxilar bilateral, já com os implantes colocados e restantes dentes tratados com as suas próteses provisórias que por serem acrilico radiologicamente não são visiveis, ficando apenas visiveis nos implantes os parafusos que as sustentem.

De notar que as pontes sobre os implantes foram fabricadas de forma imediata,  submetendo estes a carga de igual modo imediata.

publicado por clinicadrsilvioribeiro às 12:22

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Sábado, 10 de Maio de 2008

VIII - OCLUSÃO - CASOS CLÍNICOS

OCLUSÃO

 

Destina-se a diagnosticar e tratar as patologias da articulação tempuro-mandibular (ATM) e da intercuspidação dentária:

 

1 - Disfunção da ATM em geral;

2 - Disfunções Neuro-Musculares: Bruxismo ou Bruxomania;

3 - Subluxações;

4 - Luxações;

5 - Artroses;

6 - Anquiloses.

 

 

Uma das principais causas da desarmonia oclusal, representa-se esquemáticamente nas imagens que se seguem, são devidas a perdas de dentes não equilibradas:

 

 

 

 

 

EFEITOS DAS CARGAS DESADEQUADAS NO PERIODONTO OU TECIDOS DE SUPORTE DENTÁRIO, podem ser observadas nos 3 esquemas que se seguem e por último na perda óssea que se verifica num raio-x apical:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

MECANISMO DE SUBLUXAÇÃO E LUXAÇÃO DA ATM:

A várias cores estão representados as deslocações da superfície articular do côndilo mandibular com a sua correspondente superfície glenóide na base do crânio, com a respectiva posição do disco interarticular relativa. Sempre que a excursão do côndilo ultrapassa o tubérculo articular anterior, há uma subluxação, se a recuperação de fecho for automática e há luxação sempre que a recuperação careça de manobras especiais para a redução da mesma.

 

 

 

A ARTROSE surge quando as superfícies articulares quer do côndilo quer da cavidade glenóide se rompem e deixam de ter a sua superficie polida, deformando-se e levando a problemas na abertura da boca, com limitação da mesma e dor.

 

A ANQUILOSE, normalmente segue-se a uma Artrose ou a um trauma com atingimento das superficies articulares e estruturas envolventes levando a "soldadura" das mesmas superficies entre si, levando à limitação máxima da abertura da boca. Normalmente estes processos só são melhorados cirurgicamente.

publicado por clinicadrsilvioribeiro às 15:31

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Sexta-feira, 9 de Maio de 2008

IX - ORTODONTIA - CASOS CLÍNICOS

 

 

ORTODONTIA

 

Destina-se a diagnosticar e a dar solução aos problemas ortopedico-

-dento-faciais.

 

Pode fazê-lo através de aparelhos:

 

1 - Removíveis: 

               a - Tradicionais;

               b - Sistema de goteiras seriadas.

2 - Fixos:

               a - Vestibulares;

               b - Palatinos ou linguais.

 

Contudo envolve quase sempre a participação multidisciplinar das Ciências Médicas Dentárias e também algumas vezes a intervenção da Cirurgia Maxilo-Facial.

 

APARELHOS REMOVÍVEIS - Exemplos:

 

TRADICIONAIS 

 

Aparelhos Removíveis instalados nos modelos

 

 

Aparelhos Removíveis em uso

 

 

Um caso de correcção nosso

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Aspecto final

 

  

 SISTEMA DE GOTEIRAS SERIADAS

SISTEMA "INVISALIGN"

 

 

 

 

 

Série de goteiras pré-elaboradas em laboratório sobre a simulação dos vários modelos obtidos a partir de uma impressão inicial que depois é submetido, segundo as indicações médicas, a variações que conduzem ao objectivo final.

 

 

 

Exemplo de um caso extraído do "site" do Sistema Invisalign, que poderá consultar para saber mais sobre o método e ver outros casos.

 

 

 

 

  

Antes                                                         Depois

 

 

 

  

Antes                                                         Depois

 

 

  

Antes                                                          Depois

 

 

APARELHO FIXOS

 

VESTIBULARES -  Um caso nosso conjuntamente com o Prof. Doutor Pinhão Ferreira:

 

Informação ao Médico Assistente, da Proposta de tratamento ortodôntico com Estudo Cefalométrico e Série Fotográfica.

 

 

 

 

 

 

 No decurso do tratamento com o aparelho fixo - um controle nosso.

 

 

 

Aspecto final, 1.2 com adorno de cristal.

 

 

PALATINOS OU LINGUAIS (*)

 

 

 

 

 

 

 

(*) - Exemplo retirado da Revista "Maxillaris", Edição Portuguesa, Ano III, Nº16, Maio-Junho 2008.

publicado por clinicadrsilvioribeiro às 17:12

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Quarta-feira, 7 de Maio de 2008

XI - PRÓTESE FIXA - CASOS CLÍNICOS

 

   

PRÓTESE OU PROSTODONTIA
  
Destina-se a substituir no total ou em parte as peças dentárias e algumas outras estruturas do aparelho estomatognático perdidas.
 
 
Prótese:
    1. Removível:
      1. Parcial:
        1. Acrílica (Osteo-mucossuportada).
        2. Metálica (Geralmente dentossuportada - esquelética ou mista).
      2. Total:
        1. Acrílica (Osteo-mucossuportada).
        2. Metálica (Osteo-mucossuportada).
    2. Fixa
      1. Parcial:
        1. Unitária (Dentossuportada ou Implantossuportada – Metalo-acrílica, Metalo-Cerâmica ou Cerâmica Pura).
        2. Múltipla – Pontes (Dentossuportada ou Implantossuportada – Metalo-acrílica, Metalo-Cerâmica ou Cerâmica Pura).
      2. Total:
        1. Dento ou Implanto Fixa (Nesta última aparafusada ou cimentada – Metalo-cerâmica ou cerâmica pura).
        2. Implantossuportadas – Sobre-dentaduras. Normalmente acrílicas em barras fresadas.

  

PRÓTESE FIXA PARCIAL UNITÁRIA

  

Coroa Provisória - "Pivot"

 

 

 

 

 

PARCIAL UNITÁRIA

Com Falso Coto Fundido e Coroa Provisória Acrílica posteriormente substituída por Coroa Metalo-Cerâmica:

 

Preparo para Falso Coto Metálico e Prótese Provisória:

 

 

 

Trabalho de laboratório e cimentação de Falso Coto Metálico e Coroa Provisória em boca:

 

 

 

Laboratório e cimentação de Coroa Metalo-Cerâmica:

 

 

 

 

 

 

 

 

PARCIAL MÚLTIPLA

 

Um caso nosso com vários tipos combinados de próteses e as várias fases.

 

Aspecto inicial:

 

 

 

 

 

 

 

Enceramento:

 

 

 

Ortopantomografia inicial:

 

 

 

TAC para visualização em pormenor tridimensional das áreas a reabilitar à esquerda:

 

 

 

  

 

 

Aspecto inicial da área a reabilitar da arcada inferior:

 

 

 

Preparo do 3.7 e do 3.5:

 

 

 

Coroas provisórias:

 

 

 

 

 

 

 

Preparação do 3.4, devido à grande lesão que tinha foi necessário fazer a reconstrução directa do coto com postes de fibras de vidro e respectiva coroa provisória:

 

 

 

 

 

 

 

 

Coroas provisórias confeccionadas em laboratório para nivelamento da oclusão, bem como de falso coto metálico fundido para o 3.5:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

 

 

 

 

  

Colocação de Implante:

 

 

Colocação de pilar de cicatrização sobre o implante:

 

 

 

Preparação do 2.7 para elaboração de falso coto de forma directa e coroa provisória:

 

 

 

 

 

  

 

 

    

 

Impressão do implante e do coto preparado do 27 para confecção de ponte metalo-cerâmica de 3 elementos:

  

 

  

 

 

 Prova das estruturas metalicas da ponte metalo-cerâmica e das 3 coroas inferiores:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

 

 

 

 

  

  

 

  

Colocação das coroas metalo-cerâmicas:    

  

 

 

 

 

 

  

 

  

Colocação de coto no implante com aperto de 45 Ncm e obturação da cavidade com gutta: 

 

 

 

 

 

ANTES

 

 

 

DEPOIS 

 

  

 

 

MÚLTPILA METALO-CERÂMICA DENTOSSUPORTADA - "PONTES"

 

Aspecto inicial das arcadas (com e sem prótese removível): 

 

    

 

   

 

Aspectos das estruturas metálicas e prova das mesmas:

 

   

 

      

 

Aspecto das pontes metalo-cerâmicas já cimentadas, 4 anos após a colocação:

 

 

 

 

 

MÚLTIPLA DEFINITIVA DENTOSSUPORTADA - "PONTES"

 

Ortopantomografia inicial:

 

 

 

 

 

Ortopantomografia em 20-02-2001:

 

 

 

Aspectos das pontes colocadas, 2 anos e meio após colocação:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

Ortopantomografia de controle em 10-05-2004 (2 anos e meio depois):

 

 

publicado por clinicadrsilvioribeiro às 17:29

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