Segunda-feira, 12 de Maio de 2008

VI - PERIODONTOLOGIA - CASOS CLÍNICOS

 

PERIODONTOLOGIA

 

Presta cuidados ao " Complexo Periodontal " ou seja aos tecidos de sustentação ou suporte dos dentes:

  1. Impedindo a sua degradação ou retardando-a;
  2. Melhorando o seu estado danificado pela doença já instalada;
  3. Recriando mesmo as suas estruturas á custa de cirurgias adequadas e dos biomateriais hoje disponíveis ou mesmo a enxertos tecidulares, do mesmo indivíduo, ou de outro da mesma espécie, ou mesmo de outras espécies e ainda de biomateriais sintéticos.

Um caso nosso de Doença Periodontal Grave e extrema mobilidade dos dentes superiores de canino a canino, em que a doente pediu para serem conservados, embora o prognóstico geral seja mau - FERULIZAÇÂO

 

Caso nº 3690 - PALM - 40 anos. Sexo: F

 

 

Em cima Ortopantomografia, onde é possível observar a grande perda óssea generalizada de uma dentição quase completa. Em baixo, alguns Rx-RVG de pormenores onde é possível apreciar-se com maior detalhe a grande perda óssea a nível dos incisivos superiores, chegando a haver uma ponta radicular apenas a suster quase toda a raiz e a coroa.

 

 

Aspectos iniciais da boca onde são visiveis o mau estado de higiene oral e já a grande retracção osteo-gengival.

 

 

Aspectos das várias fases de preparação e conclusão da ferulização com banda de rede de titânio e acrilico por palatino de canino a canino.

 

 

Controle após 8 dias

 

 

Aspecto final e ensinamento sobre higienização com uso de escovilhão interproximal 

 

 

Caso nosso de lesão periodontal (bolsa) anterior que necessitou de ROG - Regeneração Óssea Guiada - prévia a colocação de implante

 

 

  

Ortopantomografia de 30-11-2004

 

Ortopantomografia de 12-02-2007

  

                     

Evolução da perda óssea na região do 16 de 30-11-2004 (fig.1) a 25-01-2007 (fig.2)

 

                 

Evolução da perda óssea na região do 26 de 30-11-2004 (fig.1) a 25-01-2007 (fig.2), neste caso com franca formação de bolsa. A doente era portadora de prótese de tipo esquelético antiga.

Foi feita extracção dos molares e regeneração óssea guiada em ambos os casos mas com particular incidência na região da bolsa, afim de posteriormente se colocarem implantes para suporte dos 6ºs.

 

 

 

Aspecto pós-extracção com retalho aberto até à região do central para limpeza directa sub-gengival e polimento radicular.

 

 

Outro aspecto lateral onde é possível ver bem a dimensão da bolsa periodontal por mesial e mesmo a perda óssea a nível dos pré-molares por palatino.

 

Um aspecto do 27 extraído com tártaro radicular e na furcula e o conjunto de tecido de granulação epitilial da bolsa. 

 

 

Aspecto vestibular  

 

Colocação dos bio-materiais para regeneração (Gel Tipo 40 da Osteobiol + Bio-Oss 0,5g)

 

Colocação dos bio-materiais para regeneração (agora Emdogain)

 

 

Colocação dos bio-materiais para regeneração (Por fim Membrana Dried  Derma)

 

  

Aspecto radiológico inicial da bolsa, depois aspecto da bolsa regenerada, seguindo-se o aspecto com a colocação do implante. 

 

Outro caso de Bolsas Periodontais e não só, por Doença Periodontal:

 

 

Aspecto sa abertura do retalho gengival para exposição das raizes e osso alveolar do 3º seistante. 

 

 

Aspecto das exposição radicular após levantamento do retalho, e onde se pode ver grande perda óssea por vestibular mas inferior à existente por palatino, o que nos levou previamente a fazer uma ferulização de 1º pré-molar a 2º molar com fio de aço torcido em sulco oclusal dos mesmo dentes, previamente preparado e fixação deste e reconstrução das faces oclusais dos dentes a compósito, dada a grande mobilidade que apresentava.

 

 

Um aspecto palatino com o retalho gengival seguro contralateralmente com sutura, onde é manifestamente visível a grande perda óssea a nivel de todos os dentes e em particular do 6º (molar) onde estamos com uma cureta a tirar tecido de granulação entre a furcula e raizes que substituía o osso que lá deveria existir. 

 

 

CLASSIFICAÇÃO DOS ENXERTOS

 

Os diversos materiais de enxertos e implantes usados até agora podem ser ordenados em quatro categorias:

 

1 - ENXERTOS AUTÓGENOS - Enxertos transferidos de uma posição para outra dentro do mesmo indivíduo. Estes tipos de enxertos englobam osso cortical, osso esponjoso ou medular ou ambos, isto no que se refere às partes duras do maxilar, mas também podem ser de gengiva total ou parcial, neste caso quer pediculados  quer não pediculados,  colhendo-se de sítios dadores intraorais ou extraorais no caso do osso e sempre intraorais no caso da gengiva.

 

2 - ALOENXERTOS - Enxertos transferidos entre membros da mesma espécie mas genéticamente diferentes. Tem-se usado osso esponjoso ou medular viáveis, osso esponjoso ou medular esterilizados e osso congelado.

 

3 - HETEROENXERTOS ou XENOENXERTOS - Enxertos colhidos de um dador de outra espécie.

 

4 - MATERIAIS ALOPLÁSTICOS - Materiais inertes para implantes e outros biomateriais bio-activos de preenchimento e substituição óssea, bem como para barreiras, caso de algumas membranas. 

publicado por clinicadrsilvioribeiro às 16:45

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